LIMBO é uma dessas modalidades de entretenimento que vêm modificando a sociedade de costumes. Uma espécie de jogo em que pouco se explica ou define, descortinando um mundo estranho de estratégias, ações e cenários.
No formato eletrônico de um quebra-cabeças, em seu título exclusivo de plataforma para o Xbox Live Arcade, foi lançado em 2010 e, cerca de um ano depois, relançado como uma peça de um pacote de jogos de varejo junto com Trials HD e Splosion Man. As portas do jogo na esfera PlayStation Network e Microsoft Windows via Steam foram criadas pela Playdead, lançadas depois que o período de exclusividade anual para o Xbox 360 foi concluído. Limbo é um sidescroller 2D, na incorporação de um sistema de física que manipula objetos e personagem-jogador.

Limbo: Um mundo estranho
No universo monótono e monocromático de Limbo, o jogador comanda as ações de um menino solitário, perdido num mundo estranho e cheio de perigos. Não há referência, enredo ou introdução à história. O game é enigmático e nem mesmo seu final se explica: é ambíguo e sem definição.
Apesar de se configurar num mundo isolado, pode ser que o jogador goste dessa prerrogativa de liberdade e autonomia no tal universo – desconhecido e inexplorado – dos jogos eletrônicos ultramodernos que revolucionam os antigos games.

Games: conheça o universo de Limbo
O estilo de gameplay mostra-se bastante diferente de Shadow of the Colossus e Spider (também do mundo Playstation). Mas o contexto é parecido, no cenário absolutamente sombrio em que o jogador é o herói solitário, porém imerso na atmosfera proposta. E você pode dizer a respeito: “não posso entender essa concepção de jogo eletrõnico que não dá pistas sobre o que se vivencia na jornada do game”. A novidade se autoexplica: sua imaginação é que vai poder preencher as lacunas de enredo com detalhes e estratégias; o jogo quem faz é você!







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